Já todos ouvimos falar em estratégias de marketing target oriented, para determinado segmento de mercado. A realidade é que cada vez mais, este é o único marketing possível. Fazer um anúncio ou dirigir uma campanha a nível global implica custos e aplicação de rostos/produtos reconhecíveis em qualquer canto do mundo, ou se num mercado particular, por toda a população que terá acesso. Pode dizer-se que isso tornou-se exequível com a globalização, mas está reservada aos Golias comerciais. Os Davides, e falando mesmo de empresas de impacto internacional, optam pela segmentação, o que significa trabalhar com uma população alvo específica, com determinada necessidade de consumo e estilo de vida associado. A internet, veio devolver a possibilidade de lançar o seu negócio, marca ou empresa novamente no mercado internacional com baixos custos associados. Houve com certeza alguns motores catalisadores desta nova possibilidade nomeadamente a google (i.e. AdWords), mas rapidamente também surgiram técnicas associadas de segmentação, segundo conteúdos da página, segundo a localização geográfica. Na &art.com, depois de um brain storm, concluímos que existem algum redutos, o que pretendo, abordar neste artigo são as redes sociais. As redes sociais não são o Orkut, Hi5, MySpace, Msn, Facebook… as redes sociais são pessoas, pessoas que conhecemos, pessoas que queremos conhecer, com base num identificador. Estarão sujeitas essas ligações a viéses de interpretação do ponto de vista da proximidade de semelhanças entre indivíduos da mesma rede, existirão clusters (agregados) com as mesmas características e que valorizam o mesmo identificador? Sim, com certeza, mas as redes sociais incluem, para além dos indivíduos semelhantes, outros elementos porque tem em conta o lifeline do indivíduo e apanham vários círculos os clusters. Usar este meio como canal de divulgação é um meio de atingir milhões, se a rede social em questão tiver acima de 1000k indivíduos, e se o produto apelar ao identificador ou modificar-se segundo o cluster. Isto já é feito, mas outra vez pelas grande empresas. Surge a oportunidade de tendo o conhecimento geral, atingir, um número expressivo, com alguma significância se compararmos com as campanhas locais. O primeiro passo é sem dúvida entender as redes sociais:
O flex 3.0 é um derivado do lex, feito pela Adobe. O flex nada mais é que uma aplicação em flash orientada para programadores. O Flash usa o conceito de timeline ou tempo, no flex essa noção, confusa para programadores e útil para designers, é abolida. Contudo ficamos com as caracteristicas mais favoráveis do flash: interactividade. O html combinado com javascript não conseguem ter tempos de produção iguais a um simples aplicativos/aplicações de flash, e requer conhecimentos avançados, para fazer tarefas simples como uma interacção num formulário. A necessidade de fazer refresh ou submeter para actualizar dados é um dos problemas da web 1.0. superados agora com o Ajax na web 2.0, o que traz uma vantagem grande e mete em pé de igualdade nesse campo (refresh, data push and interact). Contudo o ajax será sempre mais dificil de trabalhar que o flex. O exemplo que trago é do Tom Laine, na adobe a criar um “air” com o flex on the fly… veja!
Tenho abordado a aplicação de sistemas operativos web-based. Na &arts.com usa-se particularmente o EyesOS para versão php 4.x, como plataforma de comunicação entre designers. Contudo existem soluções mais atraentes no mercado, algumas completamente gratuitas, outras com contrapartidas. A Xcerion os, tem a meu ver, a melhor qualidade, e o ambiente é equivalente a um Vista, contudo mostra-se ainda pobre em aplicações. O Ghost é outra solução com a contra partida de ser paga, mas possui uma melhor velocidade e estabilidade. O eyeOS permite a implementação local, o que traz as obvias vantagens, as últimas versões rodam em php 5.x.
Com a chegada do web 2.0 muitos designers viram-se obrigados a criar loaders para as tarefas de refresh associado ao ajax (while pushing data). Esta tarefa pode ser repetitiva e cansativa, mediante as cores de fundo que os nossos clientes definem ou que nós escolhemos a cor do loader tem de variar. A tarefa parece simples, mas colorir 10 frames de um gif animado correndo os risco de ficar pixelizado, ou da tolerência do magic wand não possuir uma exatidão capaz de diferenciar o background do objecto (Loader), pode ser uma tarefa “time consuming”. A solução é simples ajaxloadCria
A procura de uma cor que se enquadre com o que pretendemos, a conjugação de uma determinada cor com outra(s) podem ser tarefas que consomem horas aos designers que exigem não menos que a combinação perfeita. Existem vários manuais, para ajuste da posição do monitor, ângulo de visão, escolha de contraste, claridade, entre outros. Este é o primeiro passo para conseguir a combinação perfeita ou ideal, contudo, este artigo aborda o segundo passo, a escolha de palletes independentemente do seu hardware e software. A colourlovers é uma das soluções que mais recursos fornece para os designers.
Este site apresenta recursos ilimitados e as combinações são infinitas. No screenshot temos o trabalho de Ana Bagayan, com a sua palete definida à esquerda, no centro o resultado da aplicação. A cinza, à direita, vemos palletes de outros designers que nos podem inspirar.
Colocar objectos embed tem se tornado um hábito cada vez mais regular, vemos o youtube em muitos site, etc. Mas se quiser hospedar você esses conteúdos? Torna-se uma tarefa morosa, pessoalmente gosto da solução que usamos na &arts.com o Artbox (mp3, flv, wma, mov, swf, etc) mas exige algum domínio e compreensão. Muitas vezes não pretendemos dominar a tecnologia pois pretendemos uma simple e prática implementação, para esses casos sugiro: CIT - Embedded Media HTML Generator
Com linhas de desenho limpas e dotado de uma técnica exímia, apresentamos o trabalho de Pablo Monteiro. Este designer de Belo Horizonte traz um novo relevo à tendência line art e cruza-a com tons pastel característicos da sua palete.
Este director de arte, traz inovação em cada trabalho que produz. Tendo uma forte colaboração da “Work for Food”, tem investido na boa imagem da publicidade e marketing das companhias que representa. Em baixo 2 anúncios da Claro:
Robin Eley, vive em Adelaide na Austrália aonde lecciona na “South Australia University”. Este artista, tem trabalhos feito para a Time Mag., Wallstreet Journal, entre outros. Quando não está a trabalhar geralmente esta no ginásio ou a escrever sobre ele próprio na terceira pessoa ;). O que me chamou a atenção foi este quadro do Fidel, nesta altura em que este cede o poder…
Até a concorrência tem direito a destaque quando tem bom trabalho. O que gostei? Gostei da ideia que no mínimo é original. O que não gostei? Não gostei do pixelate da mão que põe os elementos finais, o Loading do avião que não está gráficamente dentro do contexto do site, emboa sirva de transição da Enter Page para a Conteúdos. Do ponto de vista prático, são excelentes designers (André Abreu e o Falcato), contudo os elementos de confusão + torna o acesso ao conteudo final é muito demorado. De qualquer forma merecem destaque, googlem pelo Djomba.